A campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) iniciou a segunda semana do segundo turno com reforço da mobilização nas ruas e um discurso voltado às diferenças entre suas propostas e as de Flávio Bolsonaro (PL). O fim da escala de trabalho 6×1, o combate às apostas online e a manutenção de programas sociais estão entre as principais bandeiras utilizadas para conquistar eleitores antes da votação de 25 de outubro.
O senador Camilo Santana, que integra a coordenação da campanha de Lula, afirmou em entrevista a jornalistas que mais de mil atos foram realizados pelo país na semana anterior. Segundo a equipe do presidente, outras mais de 300 mobilizações foram anunciadas para o domingo (11).
Camilo destacou a participação de estudantes e de movimentos sociais e afirmou que os encontros buscavam defender a candidatura de Lula, a redução da jornada de trabalho e a preservação de políticas públicas.
Programas sociais e críticas a cortes de gastos
Uma das estratégias da campanha é associar a reeleição do presidente à continuidade de benefícios sociais e de serviços públicos. Camilo criticou uma proposta de redução de despesas que atribuiu a Flávio Bolsonaro e afirmou que um corte dessa magnitude poderia atingir a população de menor renda.
A avaliação sobre possíveis impactos em áreas como saúde e educação é apresentada pela campanha de Lula e integra o discurso eleitoral contra o adversário.
