O corte de impostos sobre combustíveis com o objetivo de obter ganhos eleitorais já foi alvo de críticas de Fernando Haddad. Na ocasião, porém, o alvo não era a atual medida adotada por Lula, mas a desoneração promovida pelo governo Bolsonaro.
Em fevereiro de 2023, cerca de dois meses após assumir o Ministério da Fazenda, Haddad foi às redes sociais avisar que iria reonerar os combustíveis, já que as medidas adotadas por Bolsonaro comprometiam a sustentabilidade fiscal.
“Precisamos recompor as receitas que foram prejudicadas pelo governo anterior ao tentar reverter o quadro das eleições com medidas demagógicas que comprometeram muito a sustentabilidade fiscal do Brasil para 2023”, disse o então recém-empossado ministro da Fazenda.
