O Senado Federal inicia a semana das últimas duas sessões de discussão permeada de dúvidas sobre a possível votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do fim da escala 6×1.
Por um lado, o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), tem sinalizado a favor da votação da proposta prioritária para o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nos próximos dias, antes do segundo turno das eleições.
O plenário da Casa terá sessões de discussão na terça-feira (13/10) e na quarta-feira em formato semipresencial e com a expectativa de governistas de votar um calendário especial e a proposta no mesmo dia, a 11 dias das eleições.
O senador está em crescente aproximação do Palácio do Planalto após um período de estranhamento e disputa de forças com Lula, o movimento é acompanhado por um estremecimento com a oposição aliada a Flávio Bolsonaro (PL).
Alcolumbre não cedeu às cobranças de senadores para dar andamento ao impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), em especial de Alexandre de Moraes, desde que voltou à Presidência em 2025, mas em especial diante do Caso Master.
Primeiro turno
O governo tinha a intenção de votar a redução da jornada de trabalho antes do primeiro turno, mas Alcolumbre segurou a votação para, segundo ele, não “contaminar” as campanhas de colegas. Passado o pleito, teria avisado que daria sequência à proposta.
