Os policiais militares envolvidos na morte do jovem de 20 anos, identificado como Gustavo Munis de Santana, foram afastados das atividades operacionais. Gustavo morreu após ser atingido por 27 tiros durante uma abordagem policial na madrugada de sábado (10) no bairro Moema, na zona Sul de São Paulo.
Segundo a SSP-SP (Secretaria de Segurança Pública de São Paulo), um IPM (Inquérito Policial Militar) foi aberto para investigar a conduta dos agentes militares, que alegaram ter confundido o celular da vítima com uma arma de fogo.
Em nota, a secretaria ainda apontou que as armas dos policiais e o celular da vítima foram apreendidos para passarem por perícia. Além disso, as imagens registradas pelas câmeras corporais dos agentes durante a ação também foram solicitadas para análise.
“As polícias Civil e Militar investigam as circunstâncias da morte de um homem de 20 anos, ocorrida na madrugada deste sábado (10), em Moema, zona sul da capital. O caso foi registrado no Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa (DHPP).
Os agentes que participaram da ocorrência foram afastados das atividades operacionais e foi aberto Inquérito Policial Militar (IPM) para apurar a conduta dos policiais. Todas os procedimentos durante e após a ocorrência serão apurados pela Secretaria de Segurança Pública.
A SSP não tolera desvios de conduta dos seus agentes e constatadas irregularidades, os profissionais serão punidos com rigor.
