A campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) divulgou uma nota neste domingo (11) na qual classifica a decisão do presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral), Kassio Nunes Marques, de derrubar o canal “Exército do Lula” como “censura e parcialidade”.
A decisão do magistrado atendeu a um pedido da campanha do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que questionava a licitude do canal de envio de mensagens criado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG), com a acusação de propagação de fake news contra o bolsonarista.
No posicionamento, a campanha fala do trabalho do TSE em garantir a escolha do eleitor com liberdade e imparcialidade e afirmou que, com supostas interferências, “a própria democracia é colocada em xeque”.
“Quando quem deveria arbitrar a disputa passa a interferir nela, silenciando milhões de eleitores às vésperas do segundo turno, a própria democracia é colocada em xeque”, diz a nota.
Durante ato de campanha na cidade de São Paulo, na manhã deste domingo, o presidente Lula definiu o ato de Nunes Marques como “absurdo” e reclamou de “decisões tendenciosas” da Corte Eleitoral.
“Eu acho um absurdo. […] Os nossos advogados vão ter que entrar com um pedido de explicação. […] Há alguns dias eu estou percebendo que há muitas decisões tendenciosas contra a nossa campanha.
