“Usar DNS seguro”.
O DNS seguro protege as consultas realizadas ao servidor DNS, mas não esconde todo o tráfego. O provedor continua responsável pelo encaminhamento da conexão e ainda pode visualizar informações como endereços IP, horários e volume de dados.
Uma proteção mais ampla pode ser obtida com uma VPN. A tecnologia cria um túnel criptografado entre o aparelho e um servidor intermediário. Para o provedor de internet, o tráfego passa a aparecer como uma conexão com esse servidor, dificultando a identificação dos sites e serviços acessados dentro do túnel.
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A proteção também tem uma consequência importante para a privacidade: parte da confiança deixa de ficar concentrada no provedor de internet e passa para o serviço de VPN. Por isso, é importante observar a política de privacidade, quais dados são armazenados e quais informações a empresa declara registrar.
HTTPS continua sendo outra camada relevante. Além de verificar se os sites utilizam conexões seguras, navegadores permitem exigir HTTPS sempre que o protocolo estiver disponível.
Essas medidas também não tornam uma pessoa anônima na internet.
