Há três anos, reportamos o desabafo realizado por Neil Winton, jornalista aposentado que trabalhou 33 anos na agência internacional de notícias Reuters, onde ocupou a posição de correspondente global de ciência e tecnologia, incluindo a função de editor e repórter por 32 anos, locado em diversos lugares como Bruxelas, Nova York, Londres e Toronto. Na ocasião, Winton expressou a sua satisfação em poder falar com liberdade as suas opiniões sobre “aquecimento global” e “mudança climática”, baseando em todo o seu histórico de vida e nas entrevistas que realizou no mundo acadêmico, constatando que toda essa história não tinha nenhum sentido, dada a imensa incerteza relatada pelos pesquisadores.
Agora temos mais um editor que resolveu falar sobre o assunto. Trata-se de Matt Ridley, ex-editor da coluna sobre ciência da revista britânica The Economist, pertencente ao The Economist Group. A revista é supervisionada por uma curadoria que mantém a independência editorial por meio de ações do grupo, além de receber financiamento privado realizado por outros acionistas, como a família Agnelli (majoritária, com 43,4%), e, desde março de 2026, pelo bilionário canadense Stephen Smith, que comprou 26,9% das ações pertencentes à família Rothschild.
Ridley, assim como seu colega aposentado Winton, manifestou a sua estranheza sobre diversos assuntos, incluindo, é claro, todos os que envolviam temas sobre “aquecimento global” e “mudanças climáticas”.
