Em 2026, as eleições gerais brasileiras contaram com a combinação que já havia ocorrido em 2022, 2018 e 2016. Fernando Haddad (PT) foi candidato a algum cargo público e, como de costume, encerrou o pleito sem conquistar a vitória.
Neste ano, Haddad foi novamente a escolha do Partido dos Trabalhadores para enfrentar Tarcísio de Freitas (Republicanos) na briga pelo governo de São Paulo. O petista perdeu sem nem alcançar o segundo turno. Tarcísio foi reeleito, com 63% dos votos, enquanto o oponente ficou com 36%.
Haddad já havia perdido para Tarcísio em 2022, ocasião em que houve segundo turno na disputa pelo Palácio dos Bandeirantes. Antes, o político do PT tinha perdido as eleições de 2018, quando foi alçado à condição de candidato à Presidência da República e enfrentou Jair Bolsonaro no segundo turno. Dois anos antes, em 2016, o petista buscou, sem sucesso, a reeleição como prefeito de São Paulo, perdendo para João Doria ainda no primeiro turno.
Para as eleições deste ano, Haddad teve como companheiro de chapa outro inimigo da vitória. Ex-prefeito de São Vicente (SP), ex-deputado federal, ex-vice-governador e ex-governador, Márcio França (PSB) também chega à marca de quatro derrotas consecutivas nas urnas.
Em 2018, França, que assumira o cargo de governador depois da renúncia de Geraldo Alckmin, tentou se reeleger, mas perdeu para Doria no segundo turno. Em 2020, ficou na terceira colocação na disputa pela Prefeitura de São Paulo.
