Política e ciência vêm se sobrepondo há muito tempo nas universidades norte-americanas, defende Justin Schwartz, chanceler da Universidade de Boulder Colorado, a instituição de ensino que deu origem ao maior número de startups nos EUA em 2024.
O executivo afirma que questões geopolíticas e relações externas são fatores que alteram com frequência a capacidade da comunidade acadêmica norte-americana de receber estudantes e pesquisadores estrangeiros e firmar parcerias internacionais.
Historicamente, os EUA mantêm restrições rigorosas para entrada de estrangeiros de determinadas nacionalidades, normalmente nações adversárias ou ligadas a organizações ou indivíduos considerados como ameaças à segurança nacional.
Essa política, no entanto, varia conforme os conflitos internacionais do país em cada governo. Sob a gestão de Donald Trump, em 2025, a Casa Branca baixou uma série de regras sobre limites de estudantes estrangeiros nas universidades e prazos de permanência no país, o que levou a um embate direto com a Universidade de Harvard.
Para Schwartz, a flutuação no ingresso de alunos e pesquisadores estrangeiros já faz parte do planejamento das instituições de ensino do país.
“Certamente existem exemplos de países com restrições no momento.
