BRASÍLIA - A reta final da campanha eleitoral para o segundo turno tem sido marcada por uma movimentação intensa de Lula e Flávio Bolsonaro em busca de novos apoios. O objetivo central das estratégias de ambos os candidatos é convencer o eleitorado que optou pela abstenção durante o primeiro turno a comparecer às urnas e garantir o voto decisivo.
Candidatos disputam o segundo turno
As coordenações de campanha entenderam que o grupo de eleitores que não votou ou que não teve participação expressiva na primeira etapa é um dos campos mais férteis para reverter ou consolidar cenários. Com o tempo mais curto, o foco recai sobre a mobilização direta e o esforço de convencimento para reduzir o índice de absenteísmo, um fator que pode ser determinante para o resultado final nas urnas.
Os candidatos têm adaptado suas agendas e discursos para dialogar com diferentes estratos sociais, buscando entender quais motivos levaram essas pessoas a se ausentarem anteriormente. A estratégia envolve não apenas o apelo cívico, mas também a apresentação de propostas mais diretas e o reforço das plataformas que visam, cada um a seu modo, capturar a atenção de quem ainda não se sentiu representado ou engajado no processo democrático atual.
