Neste domingo (11/10), acontece um ato em apoio ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em frente do Museu de Arte de São Paulo (MASP), na Avenida Paulista, convocado pelos fandoms. Mas afinal de contas o que é “fandom“?
A resposta curta é grupo de fãs. Mas a realidade, os fandoms se aprofundam na relação parassocial que as fãs criam com o ídolo e permite amizades entre pessoas com os mesmos sentimentos de carinho, admiração e amor por um artista.
Traduzir para a realidade cultural brasileira é simples: fandom pode descrever um grupo de pessoas torcedores de um clube de futebol. Todos amam esse mesmo clube, se reúnem para assistir um jogos, anseiam uma vitória, brigar em nome da equipe, criticam se necessário e apoiam o time em qualquer situação, principalmente, na derrota.
Esses fãs-clubes fazem o mesmo movimento que os times de futebol e têm se destacado internacionalmente por também fomentar ações sociais e filantrópicas. Em 2019, o Brazil Loves BTS distribuiu brinquedos para crianças em situações de vulnerabilidade socioeconômica.
Os fandoms também teêm uma grande presença nas redes sociais, principalmente no X (antigo Twitter). Cada fã pode criar o próprio ecossistema de fandom, basta ter uma página de fã-clube e em torno da página reunir uma comunidade com interesses em comum de acompanhar atualizações sobre a vida dos artistas e opinar sobre esses acontecimentos.
