Enquanto algumas pessoas sonham em ganhar uma herança, outras fizeram exatamente o contrário: foram excluídas de enormes fortunas familiares. A remoção de herdeiros de patrimônios de mais de 10 dígitos está associada a motivos dramáticos, como esbanjar bilhões como se o dinheiro fosse uma fonte inesgotável. Foi o que ocorreu em um dos clãs mais famosos dos Estados Unidos, os Vanderbilt.
De acordo com a revista estadunidense Hello!, Cornelius Vanderbilt (1794-1877) foi um dos primeiros bilionários da América do Norte. O patrimônio foi construído por meio de negócios nos setores ferroviário e de navegação.
O magnata teria dito ao filho, William Henry Vanderbilt: “Qualquer tolo pode fazer fortuna; é preciso inteligência para mantê-la”. Anos depois, netos e bisnetos do patriarca dilapidaram a riqueza do clã a ponto de a família enfrentar dificuldades financeiras.
Com dramas diferentes, o enredo se repetiu em outras famílias de renome dos Estados Unidos. A seguir, a coluna Claudia Meireles compartilha histórias de herdeiros que não receberam as fortunas que lhes foram destinadas.
Paris Hilton
Fundador da rede de hotéis Hilton, Conrad N. Hilton morreu em 1979. Bisavô da empresária e socialite Paris Hilton, ele deixou, à época, um patrimônio estimado em mais de US$ 1 bilhão, em valores ajustados pela inflação.
Em 2019, um dos filhos do patriarca do setor hoteleiro, Barron Hilton, morreu aos 91 anos. Sua fortuna era estimada em US$ 4,5 bilhões, o equivalente a R$ 22 bilhões.
