Falar sobre dinheiro em família é uma coisa. Administrar o próprio saldo, decidir se uma compra cabe no orçamento e guardar uma quantia para um plano futuro exigem outro tipo de aprendizado.
Uma pesquisa do Observatório Febraban, iniciativa da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), mostra que ainda há bastante a aprender sobre o assunto. No levantamento, realizado pelo Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (IPESPE) com 3 mil pessoas nas cinco regiões do país, 55% dos entrevistados disseram entender pouco ou nada de educação financeira. Ao mesmo tempo, 91% consideram o tema importante ou muito importante para a vida pessoal e profissional. Em casa, 54% afirmaram conversar ou ter conversado com crianças e adolescentes sobre finanças.
Para que os filhos comecem a administrar o próprio dinheiro sem tirar os pais de perto, o BTG criou a Conta Jovem. A conta permite receber valores, fazer pagamentos, consultar o saldo e guardar dinheiro, enquanto os responsáveis acompanham gastos e limites pelo aplicativo.
Um Pix para um amigo, o lanche depois da escola, uma assinatura ou uma compra desejada trazem perguntas concretas. Quanto ainda há na conta? Quanto já foi gasto? Se eu comprar agora, quanto sobra para o restante do mês?
O jovem começa a tomar essas decisões aos poucos, enquanto os responsáveis continuam por perto para acompanhar e orientar.
