Mais de mil pessoas e organizações foram agraciadas com os Prêmios Nobel e com o Prêmio do Banco Central da Suécia em Ciências Econômicas em Memória de Alfred Nobel entre 1901 e 2026.
Neste ano, a juíza sul-africana Navanethem “Navi” Pillay recebeu o Nobel da Paz. Antiga aliada de Nelson Mandela pelo fim do apartheid, ela esteve diretamente envolvida nas investigações do genocídio de Ruanda, nos anos 1990, e denunciou abusos de direitos humanos de palestinos por Israel na atual guerra na Faixa de Gaza.
Ao longo da carreira, também atuou como juíza do TPI (Tribunal Penal Internacional) e presidente do Tribunal Penal Internacional para Ruanda.
Por que Alfred Nobel criou o Prêmio da Paz?
Não se sabe ao certo por que o industrial sueco quis destinar grande parte de sua vasta fortuna a essa iniciativa.
Embora nunca tenha explicado publicamente sua decisão, seu testamento determinava que os recursos fossem usados para conceder prêmios anuais àqueles que “tivessem proporcionado o maior benefício à humanidade”, segundo o site do Prêmio Nobel.
O documento estabelecia que o Prêmio da Paz deveria ser concedido “à pessoa que tivesse feito mais ou melhor pela promoção da fraternidade entre as nações, pela abolição ou redução de exércitos permanentes e pela realização e promoção de congressos de paz”.
Existe, porém, uma teoria famosa, mencionada por Al Gore, ex-vice-presidente dos EUA, quando ele ganhou o Prêmio da Paz em 2007.
