Mark Zuckerberg, CEO da Meta, decidiu lançar o agente de IA Muse mesmo com preocupações internas relacionadas à segurança da ferramenta que já haviam feito a empresa adiar a estreia do bot autônomo por vários meses. É o que revelaram fontes do The New York Times nesta sexta-feira (9).
De acordo com a reportagem, Zuckerberg teria ignorado os alertas temendo ficar para trás na corrida pela liderança do segmento de assistentes pessoais. O jornal afirma que o CEO estava preocupado com o sucesso do agente autônomo da Instinct, startup que captou US$ 1 bilhão (R$ 4,9 bilhões pela cotação atual) em uma rodada de financiamento recente.
Falando ao jornal, um porta-voz da Meta contestou a alegação, negando que a pressão do agente de IA da Instinct tenha mudado os planos para o Muse. Ele afirmou que os atrasos ajudaram a “garantir que tudo estivesse perfeito”.
Problemas antes do lançamento
Influenciado pela estratégia de Zuckerberg de transformar a inteligência artificial (IA) em um assistente pessoal capaz de fazer mais do que responder perguntas, o desenvolvimento do Muse avançou no início de 2026 após a popularidade do OpenClaw. Porém, o trabalho foi marcado por problemas, como aponta o relatório.
