Em outubro de 2018, o St. Regis Aspen Resort, um hotel de luxo no Colorado, vendeu US$ 18 milhões em participação tokenizada na rede Ethereum. Virou manchete como o primeiro imóvel-troféu (categoria que reúne propriedades raras, de alto valor e forte apelo de prestígio) negociado em blockchain pública. Nos cinco anos seguintes, quase nada aconteceu. O mercado secundário prometido nunca apareceu, e a onda de Security Token Offerings (STOs) que dominou 2018 e 2019 se dissolveu quase inteiramente.
A tokenização de ativos reais já fracassou uma vez; por que desta vez é diferente?
