Uma equipe de arqueólogos marinhos sediada nos Estados Unidos partiu rumo a uma pequena ilha no extremo oeste do Pacífico para examinar a mais recente pista intrigante sobre um dos grandes mistérios não resolvidos do século XX: o desaparecimento, em 1937, da famosa aviadora Amelia Earhart.
Com o apoio da Universidade Purdue, instituição há muito ligada a Earhart e ao seu legado, o grupo pretende descobrir se um objeto submerso, detectado por imagens de satélite na lagoa da ilha há seis anos, é de fato a aeronave bimotora Lockheed Electra 10-E de Earhart.
Tal descoberta comprovaria de forma definitiva a hipótese de alguns estudiosos de que Earhart e seu navegador, Fred Noonan, fizeram um pouso forçado no atol cercado por recifes de coral (ou nas suas proximidades) e morreram ali, isolados, a centenas de quilômetros do local onde planejavam reabastecer.
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Após partir de Los Angeles no início deste mês, a previsão era de que o grupo chegasse na terça-feira, 13 de outubro, a Nikumaroro, uma ilha desabitada no remoto arquipélago de Phoenix, parte da nação insular da República de Kiribati.
