O favoritismo do senador Flávio Bolsonaro, candidato do PL à Presidência da República, na corrida eleitoral movimentou o mercado financeiro nesta semana, derrubando a cotação do dólar frente ao real e impulsionando o desempenho da Bolsa de Valores do Brasil (B3), que renovou suas máximas históricas.
Ao final do último pregão da semana, nesta sexta-feira, 9, a moeda norte-americana recuou 0,79%, cotada a R$ 4,985. Em apenas uma semana, desde o resultado do primeiro turno da eleição, o dólar saiu do patamar de R$ 5,21 e chegou aos R$ 4,98.
Foi a maior queda semanal da moeda dos Estados Unidos depois de um primeiro turno de eleição desde que o real foi instituído no país, em 1994.
Na cotação máxima da sessão de sexta-feira, o dólar bateu R$ 5,009. A mínima foi de R$ 4,976.
No acumulado da semana, a moeda dos EUA cedeu 4,43%. No ano, a queda já chega a 9,19% e, no mês de outubro, é de 3,67%. O segundo turno das eleições presidenciais acontece no dia 25.
Ibovespa bate novo recorde histórico
O Ibovespa, principal indicador do desempenho das ações negociadas na B3, bateu mais um recorde histórico de fechamento no pregão de sexta-feira.
Ao final da sessão, o índice avançou 1,38%, aos 209.066,90 pontos, maior valor de fechamento da história da bolsa brasileira. Na máxima do pregão, o Ibovespa cravou 209.713,45 pontos, novo recorde intradiário (durante a sessão).
