A Polícia Federal (PF) e a Procuradoria-Geral da República (PGR) negaram nesta sexta-feira (9) que Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, tenha afirmado em depoimento ou apresentado documentos sobre um suposto financiamento do documentário “Lula”, dirigido por Oliver Stone, durante as tratativas para uma delação premiada.
A defesa de Vorcaro também negou a existência de um anexo sobre o tema na proposta de colaboração premiada do ex-banqueiro, que acabou rejeitada.
A revista "Veja" publicou nesta sexta que Vorcaro teria afirmado, em áudio, ter financiado o filme sobre a vida do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Segundo a revista, o material faria parte da proposta de delação. O documentário foi lançado em maio de 2024 e produzido entre 2022 e 2023.
Em nota, a Polícia Federal afirmou que Vorcaro não prestou depoimento com o conteúdo descrito pela revista nem entregou à instituição documentos ou informações sobre o assunto (veja na íntegra mais abaixo).
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A PF também publicou uma nota declarando que recebeu uma notícia-crime do grupo Prerrogativas com um pedido de investigação do caso. Os advogados pediram uma perícia no áudio atribuído ao banqueiro que inclui acusações contra o presidente, candidato à reeleição.
A PGR também negou as informações. De acordo com o órgão, as negociações foram conduzidas exclusivamente pelos advogados de Vorcaro, sem interlocução direta entre o ex-banqueiro e representantes da Procuradoria.
"Não houve depoimento oral do Sr.
