Pelotão de fuzilamento: Estados Unidos terão primeira execução pública em 90 anos
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou nesta sexta-feira (9) que apoia a transmissão ao vivo do fuzilamento de Nidal Hasan. O ex-militar matou 13 pessoas na base militar de Fort Hood, no Texas, em 2009.
Ao responder uma questão da jornalista Raquel Krähenbühl, da TV Globo, ssobre se aprovava a transmissão ao vivo da execução, o presidente respondeu: "Eu aprovo, com certeza". Trump, no entanto, disse que nenhuma decisão sobre o assunto havia sido tomada.
Mais cedo, o presidente chamou Hasan de "maníaco" e disse que ele "merece" morrer por fuzilamento.
"Hoje em dia, se você fica dois dias na cadeia, já é muito. Hoje, você pode fazer praticamente qualquer coisa e nada acontece. Mas estamos mudando isso, como vocês estão vendo", afirmou.
"Vamos aplicar a pena de morte a um homem que matou 14 soldados há alguns anos. Pena de morte por fuzilamento. E ele merece. Matou e feriu muitas, muitas pessoas. É um maníaco."
Nesta semana, Trump autorizou pessoalmente a execução de Hasan, um procedimento que, segundo o texto original, é exigido pela Constituição dos EUA para a execução de um militar ou ex-militar.
Segundo o secretário de Guerra dos EUA, Pete Hegseth, o ex-militar será executado por fuzilamento em dezembro, com transmissão ao vivo. Esta será a primeira execução pública nos EUA em 90 anos.
O vice-presidente J.D. Vance deu uma declaração diferente da de Trump nesta sexta-feira.
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