BRASÍLIA - A apenas 16 dias das eleições, o governo zerou o imposto federal da gasolina, buscando um alívio imediato na economia e no bolso dos motoristas. A iniciativa tem impacto direto na estrutura de custos do combustível, que é um dos itens de maior peso na composição do preço final pago pelo consumidor nos postos de abastecimento em todo o território nacional.
Esta decisão ocorre no cenário de segundo turno das eleições, onde Lula (PT) e Jair Bolsonaro (PL) disputam a presidência, afetando diretamente a economia.
Decisão ocorre próximo ao segundo turno
A determinação faz parte de uma estratégia econômica em um momento de proximidade com o pleito eleitoral, visando reduzir a pressão inflacionária imediata sobre os motoristas. Especialistas apontam que a alíquota zero busca conter o avanço dos preços nas bombas, movimento que vinha sendo acompanhado de perto pelos setores produtivos e pela sociedade devido à sua influência direta no custo de vida.
A desoneração ocorre em um cenário onde o controle da inflação é central. O impacto fiscal do corte no imposto federal da gasolina será absorvido pelo Tesouro, gerando debates sobre o equilíbrio das contas públicas.
