Uma boa premissa nem sempre resulta em uma boa série. Lanternas chegou ao fim no último domingo (04), depois de apostar em uma mistura de investigação policial com o universo dos super-heróis.
A ideia tinha potencial, mas a execução nem sempre acompanha as expectativas. Nesta semana, analisamos os acertos e os tropeços da produção da DC.
Também temos Ben Affleck comentando o uso de inteligência artificial em Sobrevivência, novidades nas telonas e, claro, as principais estreias que chegam aos streamings nos próximos dias.
Vamos lá?
Lanternas acerta ao arriscar, mas não entrega tudo o que promete
A primeira temporada de Lanternas, finalizada no último domingo (04), é quase um pastel de vento.
Sabe quando você está comendo um pastel que você acha que vai ser de vento, mas no final encontra um recheio gostoso? Foi o tipo de experiência que tive assistindo Lanternas.
Só que o recheio gostoso estava mais ali para o meio do pastel. Não no final. Definitivamente não no final.
A série da DC acompanha Hal Jordan (Kyle Chandler), o Lanterna Verde da Terra, e seu novo recruta, John Stewart (Aaron Pierre), que acabam tragados para um caso de homicídio em Rushville, cidadezinha pacata de Nebraska (EUA).
Ao investigarem a cena do crime, a dupla começa a suspeitar de uma conspiração sinistra.
O mistério, que, a princípio, parecia um caso pequeno de ameaça alienígena, rapidamente vira uma grande ameaça cósmica.
