Após o governo dos Estados Unidos confirmar, em uma decisão no mínimo polêmica, que fará uma transmissão ao vivo da execução por fuzilamento de Nidal Hasan, ex-psiquiatra do Exército norte-americano condenado pelo massacre de 13 pessoas em uma base militar em 2009, o debate agora se volta às plataformas de transmissão.
Questionadas se exibiriam o vídeo do Pentágono, YouTube, Meta, Twitch e X (ex-Twitter) se mantiveram em silêncio e não revelaram se fariam uma exceção ao governo dos EUA - já que, ao menos em teoria, um conteúdo desse tipo violaria seus termos de uso caso as autoridades resolvessem usá-las.
As regras de Meta, Twitch e X vetam expressamente conteúdos violentos que envolvem mortes.
