Rodrigo Oliveira, CFO e cofundador da agência Bull Digital, afirma que substituir o termo inteligência artificial por superinteligência pode ampliar expectativas sem garantir resultados. Para o executivo, decisões de investimento devem considerar custos, tempo economizado, receita gerada e problemas resolvidos, em vez do nome da tecnologia.
A IA é mesmo tão inteligente ou o marketing está exagerando?
