A “campanha do medo” com a qual Lula e o PT pretendem vencer Flávio Bolsonaro e a direita é uma indecência, uma nojeira, uma vergonha.
É prova de que a esquerda, sempre muito à vontade para se vender como o farol da civilização, pode ser ainda mais inescrupulosa na mentira, na falsificação, do que a direita que ela acusa de ser a barbárie.
Para Lula e PT, estratégia digital é sinônimo de fake news. A mentira sobre a intenção de Flávio Bolsonaro de retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de padroeira do Brasil foi aperitivo.
Divulga-se agora que, se eleito, o oponente do chefão petista vai cancelar programas sociais, tirar o direito de voto das mulheres, perseguir gays, extinguir o 13º salário, congelar aposentadorias, impor jornada de 16 horas e, claro, instaurar a ditadura, entre outras aleivosias destinadas a instalar o terror na massa de eleitores mais velhos, pobres e ignorantes que se absteve de votar no primeiro turno.
Esse é o único mercado de votos ainda disponível para Lula no segundo turno.
A coisa chegou a tal ponto que há apoiadores famosos de Lula espalhando fake news de maneira completamente desavergonhada. É caso de uma historiadora, autora de livros de sucesso, professora da USP, integrante da Academia Brasileira de Letras e mulher do editor mais celebrado do Brasil.
Essa senhora postou um vídeo nas redes sociais para dizer que estava usando o Pix o máximo possível, porque se Flávio Bolsonaro for eleito, “ele vai acabar com o Pix a mando do Trump”.
