Depois que o secretário de Defesa americano anunciou os planos de transmitir um pelotão de fuzilamento ao vivo, voltaram ao debate as regras sobre perna de morte nos Estados Unidos.
Pete Hegseth prometeu em uma entrevista nesta semana que seria pública a execução de Nidal Hasan, que matou 13 pessoas em um ataque a tiros no Texas em 2009.
“Vamos garantir que as pessoas possam assistir, porque as pessoas precisam entender que existem consequências graves para esse tipo de coisa”, disse Hegseth ao podcaster Jack Posobiec em uma entrevista a bordo do USS Abraham Lincoln.
Um funcionário do Pentágono disse nesta quinta-feira (8) que a execução “será transmitida ao vivo“, mas não forneceu mais detalhes. Mais cedo, na quinta-feira, o Pentágono havia encaminhado as perguntas sobre como a execução seria divulgada ao Exército, que não respondeu aos questionamentos da CNN.
O Pentágono anunciou que Nidal Hasan seria executado no início de dezembro, medida recomendada por Hegseth e aprovada pelo presidente Donald Trump.
Hegseth disse que a execução ocorreria em “uma quinta-feira; vamos realizá-la à uma hora da tarde, que foi quando ele cometeu o crime, e serão soldados com fuzis compondo o pelotão de fuzilamento”.
Outro método utilizado pela Justiça americana para a pena capital recebeu destaque nos EUA após a condenada Christa Pike sobreviver a duas injeções letais no estado do Tennessee.
Ela cumpriria a pena pelo assassinato da jovem Colleen Slemmer, de 19 anos, em 1995.
