O presidente do PT e coordenador-geral da campanha petista à presidente, Edinho Silva, rebateu a reportagem da revista Veja que aponta que o banqueiro prometeu pagar ao menos R$ 30 milhões em investimentos para um filme do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), além de favorecimento para obter contas de fundos previdenciários de estatais. Para Edinho, a divulgação de áudios do depoimento é uma tentativa de “criar um fato político” às vésperas das eleições.
De acordo com a publicação, empresário relatou ter destinado R$ 30 milhões em espécie ao Instituto Lula, supostamente para financiar um documentário sobre o presidente. O banqueiro também atribuiu a integrantes do governo federal participação nas articulações para permitir que o Master recebesse investimentos de fundos de previdência.
As informações constam de um áudio e de documentos obtidos pela revista, que teriam sido apresentados por Vorcaro durante suas tentativas de firmar um acordo de colaboração com as autoridades. As declarações são alegações do próprio Vorcaro e não constituem comprovação dos pagamentos ou da participação dos agentes públicos citados.
Em um áudio para a militância, Edinho disse que a delação de Vorcaro foi negada pela Procuradoria-Geral da República (PGR) por falta de provas. O petista ainda vê uma ação para proteger o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), adversário de Lula na disputa pelo Palácio do Planalto.
