Claude, rival do ChatGPT, vai revelar quem criou texto com IA; veja como vai funcionar
Tem gente que agradece ao chatbot pelas respostas e não dispensa um “por favor”. Outros preferem ir direto ao ponto. Já alguns perdem a paciência quando a inteligência artificial erra e não fazem questão de esconder a irritação. Afinal, é só um robô, não é? Ou será que ele tem sentimentos? (entenda mais abaixo).
😡 A Anthropic, empresa responsável pelo Claude, atualizou sua política de uso para proibir comportamentos abusivos ou cruéis persistentes e desnecessários contra seus modelos de inteligência artificial (IA).
Segundo a empresa, a capacidade de o Claude encerrar conversas desse tipo continuará sendo o principal mecanismo para aplicar a regra. A política, porém, não proíbe qualquer crítica ou manifestação de insatisfação com as respostas do chatbot: a restrição se refere a interações abusivas ou cruéis persistentes e desnecessárias.
➡️ Nova política de uso entra em vigor em 12 de novembro e proíbe comportamentos abusivos ou cruéis persistentes e desnecessários contra os modelos da empresa
A mudança ocorre em meio a um debate sobre a possibilidade de sistemas de inteligência artificial desenvolverem algum tipo de consciência e sobre como essas ferramentas devem ser tratadas.
O que diz a Anthropic
A política atualizada não menciona explicitamente o chamado bem-estar dos modelos, conceito que discute se sistemas de inteligência artificial poderiam merecer algum tipo de proteção moral.
Grosseria tem limite até para a IA: Anthropic quer barrar abusos e autoriza Claude a encerrar conversas
