Um especialista em direito militar dos Estados Unidos afirmou na quinta-feira (8) que não vê barreiras legais intrínsecas para a transmissão ao vivo da execução por fuzilamento do assassino condenado Nidal Hasan, caso o presidente Donald Trump a autorize.
No entanto, lamentou que isso faria os EUA retrocederem a uma época distante em que as execuções eram espetáculos públicos.
“Independentemente de qual seja a opinião das pessoas sobre o caso do major Hasan ou sobre a pena de morte em geral, a ideia de realizar um espetáculo público é realmente muito lamentável, e gostaria de acreditar que o governo reconsideraria essa decisão”, disse Eugene Fidell, advogado, autor e especialista em direito militar que leciona na Faculdade de Direito de Yale.
Os EUA transmitirão ao vivo a execução por fuzilamento, a ser realizada pelo Exército, de Nidal Hasan, ex-psiquiatra militar que matou 13 pessoas na base militar de Fort Hood em 2009, informou o Pentágono.
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Essa seria uma transmissão sem precedentes de uma execução no país.
Hasan deve se tornar a primeira pessoa a ser executada por fuzilamento pelas Forças Armadas dos EUA desde 1945.
