O Secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, prometeu em uma entrevista nesta semana que a execução do homem que matou 13 pessoas em um ataque a tiros em Fort Hood, em 2009, seria “pública”.
“Vamos garantir que as pessoas possam assistir, que seja pública, porque as pessoas precisam entender que existem consequências graves para esse tipo de coisa”, disse Hegseth ao podcaster Jack Posobiec em uma entrevista a bordo do USS Abraham Lincoln.
Um funcionário do Pentágono disse nesta quinta-feira (8) que a execução “será transmitida ao vivo”, mas não forneceu mais detalhes. Mais cedo, na quinta-feira, o Pentágono havia encaminhado as perguntas sobre como a execução seria divulgada ao Exército, que não respondeu aos questionamentos da CNN.
O Pentágono anunciou na noite de segunda-feira (5) que Nidal Hasan seria executado por um pelotão de fuzilamento, medida recomendada por Hegseth e aprovada pelo presidente Donald Trump. O secretário interino do Exército, Adam Telle, marcou a data da execução de Hasan para 3 de dezembro, às 14h (horário local).
Hegseth disse que a execução ocorreria em “uma quinta-feira; vamos realizá-la à uma hora da tarde, que foi quando ele cometeu o crime, e serão soldados com fuzis compondo o pelotão de fuzilamento”.
Hasan foi condenado em julho de 2013 por 13 acusações de homicídio premeditado e 32 acusações de tentativa de homicídio.
