O escritor Augusto Cury (Avante), terceiro colocado na disputa ao Planalto, afirmou nesta quinta-feira (8/10) que foi “exigente” antes de declarar apoio ao senador Flávio Bolsonaro (PL) no segundo turno e cobrou do candidato o compromisso de governar sem ódio e sem vingança.
Cury disse que apresentou propostas ao senador e condicionou o apoio à assinatura de um documento com compromissos para um eventual governo. Segundo o escritor, não houve negociação por cargos.
“Quanto a Flávio Bolsonaro, fui exigente. Afirmei que precisamos de um governo para todos. Sem ódio, sem vingança. Fiz perguntas e apresentei várias propostas. Não pedi cargos”, afirmou.
O ex-presidenciável disse que Flávio aceitou suas condições e ressaltou que o apoio não significa um “cheque em branco”.
“Não é um cheque em branco, é um compromisso com o Brasil. Eu e todo o povo brasileiro vamos cobrar”, declarou.
Augusto Cury também explicou por que decidiu não apoiar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O escritor afirmou ser contrário à reeleição e criticou os juros elevados e a condução da economia brasileira.
