Reeleito para o segundo mandato como deputado federal, com 43.179 votos, Reginaldo Veras (PV-DF) disse que o rumo de sua próxima legislatura vai depender da “conjuntura política” que será formada.
“Se tivermos o presidente Lula, vamos dar continuidade ao trabalho que fazemos. Se Flávio Bolsonaro for eleito, faremos um mandato de resistência no Congresso Nacional. A gente tem que ser camaleão, se adequando à realidade e ao contexto político apresentado, até porque o cenário que se apresentou no primeiro turno, é de um predomínio bem grande da extrema direita, da direita e do centro”, observou.
Veras também diz se preocupar com a questão ambiental diante da nova composição no parlamento. “Com esse Congresso que foi constituído, esperamos que a ‘porteira volte a abrir’ para o agronegócio e para a ausência de licenciamento ambiental”, alertou.
Além disso, o deputado disse que quer combater, “com veemência”, qualquer tentativa de reforma administrativa, trabalhista ou previdenciária. “Ele [Flávio] fala em ajustes fiscais e sobre cortar gastos, mas isso vai ocorrer justamente contra o trabalhador, os programas sociais e os servidores públicos”, avaliou
Questionado sobre a ausência de mulheres eleitas para a Câmara dos Deputados pelo DF, o parlamentar classificou a situação como “péssima”.
