Marcella Segato de Sousa Melo, médica denunciada ao Ministério Público Federal (MPF) após dizer em um grupo de profissionais da saúde para não dar alta a pacientes que votam no Partido dos Trabalhadores (PT), afirmou em nota à imprensa que “o voto é secreto”, e que nunca atrasou ou negou uma alta médica por lado político do paciente.
Ela foi demitida do Hospital Municipal da Mulher e Maternidade Célia Câmara, em Goiânia (GO), onde era terceirizada.
Em nota divulgada à imprensa, Marcella pede desculpas aos pacientes e suas famílias, aos colegas de trabalho e internos da unidade hospitalar. “Lamento profundamente que minhas mensagens tenham destoado do compromisso que sempre orientou minha atuação profissional”, diz parte da nota.
A médica também afirmou que as mensagens não espelham o seu comportamento no hospital e ressaltou que o voto “deve ser respeitado, sem qualquer tipo de retaliação”.
“Peço desculpas às pacientes e às suas famílias, aos colegas, aos internos e ao hospital. Lamento profundamente que minhas mensagens tenham destoado do compromisso que sempre orientou minha atuação profissional.
