O candidato do PL à Presidência também voltou a defender, nesta quinta-feira (8), o fim da possibilidade de reeleição para o Executivo do país e afirmou que, caso vença o presidente Lula (PT) no segundo turno, não pretende concorrer a um novo mandato.
Ele afirmou ainda que será o Congresso quem vai decidir, mas espera que a mudança já aconteça em um possível mandato que ele venha a presidir no Executivo nacional.
“Não tem que valer só para o futuro. Para mim, devia valer já no meu mandato. Se serão quatro ou cinco anos, se também vai valer para governador e prefeito, isso o processo legislativo é que vai definir”, disse o senador.
Em discurso na quarta-feira (7), ele já havia comentado da possibilidade de uma mandato de cinco anos, e afirmou que não disputa o poder, mas o “futuro do país”.
“Eu não estou disputando o poder; estou disputando o futuro do meu país, o futuro para as minhas filhas, para as filhas de vocês que estão aqui, para quem nos está a assistir. Então fiz o compromisso de não concorrer à reeleição”, declarou.
