Após o encerramento do primeiro turno das eleições de 2026, com Flávio Bolsonaro (PL) liderando a corrida presidencial (em pesquisas recentes apontando 53% contra 47%), o Brasil assiste a uma das campanhas de desinformação mais tresloucadas e violentas de sua história recente.
Ao perceber que a rejeição a Lula (PT) não seria facilmente revertida por vias democráticas normais, a esquerda partiu para o “tudo ou nada”.
Neste sentido, o se vê agora não é um debate político, mas o acionamento de uma fantástica fábrica de fake news, desenhada para tentar instalar o pânico moral e econômico no eleitorado por meio de factoides.
O caso mais estrondoso desse vale-tudo foi a tentativa frustrada de jogar o eleitorado católico contra o candidato da oposição. Durante dias, a campanha petista propagou a falsa narrativa de que Flávio Bolsonaro estaria articulando o fim do feriado nacional de Nossa Senhora Aparecida e a retirada do título da Padroeira do Brasil.
A farsa, contudo, foi rapidamente desmascarada na Justiça. Mas a verdade dos fatos expõe ainda mais a hipocrisia da esquerda: a ação no Supremo Tribunal Federal (ADPF 775) que, de fato, pediu a extinção do feriado de Aparecida em 2020 não tinha qualquer relação com a direita.
O pedido foi assinado por Ralph Lichote, à época atuando como advogado da “Antiga e Iluminada Sociedade Banksiana”, um ex-vice-presidente do PT de Itaperuna e ex-membro do Diretório Estadual do PT fluminense.
