Em agosto deste ano, o Einstein Hospital Israelista, localizado em São Paulo, foi vítima de um ataque cibernético que conseguiu acessar e obter uma parte da base de dados de pacientes. O caso veio a público somente nessa quarta-feira (7/10).
Em nota, o hospital afirmou que não foram identificadas evidências de que os dados tenham sido divulgados ou utilizados de maneira imprópria, e que “ações foram tomadas com o objetivo de reduzir estes riscos”. O Einstein também afirmou que o monitoramento de um possível vazamento destes dados permanece ativo e será mantido de forma contínua.
“A Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) foi devidamente comunicada, em conformidade com a legislação vigente, e o caso também foi formalmente levado à Polícia Federal e está sendo investigado”, dizia o texto.
Tema dos vazamentos
Parte dos dados acessados corresponde a documentos avulsos, muitos deles sem possibilidade de identificação. As informações são de natureza pessoal com registros cadastrais incluindo nome, CPF e/ou data de nascimento e podem conter dados de saúde como prescrições médicas e resultados de exames.
