A Justiçamanteve a prisão do bombeiro militar Marcos Paulo Fujarra de Oliveira, acusado de matar a tiros o estudante de medicina Bruno Hashimura San Juliano (na foto de destaque, à direita), após ele passar por uma nova audiência de custódia nesta quinta-feira (8/10).
Marcos Paulo baleou e matou o jovem de 23 anos durante uma briga de trânsito, no dia 30 de setembro, em Taubaté, interior de São Paulo. Ele chegou a ser preso no dia do crime, mas foi solto após audiência de custódia.
Na última sexta-feira (2/10), porém, a Justiça aceitou um recurso apresentado pelo Ministério Público de São Paulo (MPSP) e decretou novamente a prisão do bombeiro, que deve responder por homicídio qualificado. Ele foi preso apenas nessa quarta-feira (7/8), após o fim da restrição à prisão de eleitores nas 48 horas seguintes à votação.
Segundo o Tribunal de Justiça de São Paulo, a audiência de custódia desta quinta-feira (8/10) foi apenas para verificar se houve alguma ilegalidade no cumprimento do mandado de prisão. O resultado destacou que “não foram identificadas irregularidades e ele segue preso”.
O caso aconteceu na última quarta-feira (30/9), na Avenida Walter Thaumaturgo, conhecida como Avenida do Povo, em Taubaté, no interior paulista.
De acordo com o boletim de ocorrência, o bombeiro militar Marcos Paulo Fujarra de Oliveira alegou, durante depoimento à polícia, que pensava estar sendo vítima de um assalto.
