A China rebateu as críticas estrangeiras à sua política cambial nesta quinta-feira (8), afirmando que nunca buscou uma depreciação competitiva, enquanto autoridades europeias pedem um yuan mais forte para ajudar a conter o superávit comercial recorde e o aumento das exportações chinesas.
Com o aumento do superávit comercial da China, os líderes europeus intensificaram os apelos por um yuan mais forte, temendo um “Choque Chinês 2.0” resultante de uma nova onda de exportações chinesas.
Em uma longa declaração de política monetária, o PBOC (Banco Popular da China) rejeitou as alegações de que a China mantém o yuan artificialmente fraco para obter vantagem comercial, enquanto o chefe de comércio da UE, Maros Sefcovic, está em Pequim para discutir a redução do déficit comercial do bloco com a China.
“A China não precisa nem pretende obter uma vantagem competitiva comercial por meio da depreciação da taxa de câmbio e nunca se envolveu em depreciação cambial competitiva”, afirmou o banco central.
