A Amazon apresentou nesta quinta-feira (8) uma série de tablets de última geração que, pela primeira vez, contam com a assistente de voz Alexa+ e funcionam com o sistema operacional Android, do Google. A empresa aposta que os consumidores estarão dispostos a pagar mais por dispositivos premium após anos se mantendo na faixa de preço mais acessível do mercado.
A companhia vinha trabalhando nos tablets sob o codinome Kittyhawk, como a Reuters noticiou com exclusividade no ano passado, para fazer a transição de seu sistema operacional próprio, o Fire OS, mais limitado, após anos de reclamações de consumidores e desenvolvedores de aplicativos.
O Fire OS é uma versão “derivada” do Android, com modificações para funcionar como um sistema operacional único.
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Conhecida como Alexa Tablets, a linha apresenta versões diferentes com preços iniciais de US$ 230 a US$ 500. Todas são feitas com carcaças de alumínio, uma mudança em relação ao plástico dos tablets Fire.
Os novos tablets custarão até US$ 550, um aumento considerável em relação ao tablet Fire HD 10, o modelo mais recente e sofisticado da Amazon, que custava mais de US$ 180, embora a empresa frequentemente oferecesse descontos.
O tablet Alexa mais avançado, com 128 gigabytes de memória, é o mais caro, por US$ 550. Ele se compara a um iPad, da Apple, que sai por US$ 450, e a um Tablet Galaxy, da Samsung, também por US$ 550.
