Gianni Infantino garantiu a dirigentes de 54 federações africanas que a entidade máxima manterá os aportes voltados à infraestrutura e à evolução do esporte no continente. O encontro estratégico ocorreu durante conferência realizada em Cabo Verde, com a presença de lideranças da Confederação Africana de Futebol.
Qual foi o balanço da última década na África?
Durante sua intervenção perante os mandatários das associações nacionais, Infantino valorizou o trabalho conjunto realizado ao longo dos últimos dez anos de gestão. “Como presidente da Fifa, tenho orgulho de ter contribuído um pouco com vocês nesta revolução nos últimos 10 anos”, afirmou o suíço.
Enquanto na Copa da Rússia, em 2018, todos os representantes do continente acabaram eliminados já na fase de grupos, as edições que se seguiram mostraram uma evolução na competitividade das seleções africanas. Em 2022, no Catar, o Marrocos chegou às semifinais, tornando-se a primeira seleção do continente a figurar num top 4 de um Mundial. Enquanto isso, Senegal avançou às oitavas de final mesmo sem Sadio Mané e as seleções da Tunísia e de Camarões venceram França e Brasil, respectivamente.
Na última edição nos países da América do Norte, em 2026, houve uma grande evolução. Nove das dez seleções africanas se classificaram na fase de grupos, deixando apenas a Tunísia para trás. A seleção marroquina manteve seu status acabando a competição em 6º lugar no ranking internacional da Fifa.
