Advogado orienta sobre tipo de crédito consignado que pode levar ao endividamento
O endividamento das famílias brasileiras caiu pela primeira vez desde dezembro de 2025. A parcela de famílias com dívidas teve um recuo tímido, passando de 82% em agosto para 81,7% em setembro, segundo a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).
No mesmo período, a inadimplência recuou entre as famílias que ganham até 3 salários mínimos e aumentou entre aquelas com renda acima de 10 salários mínimos, a única das quatro faixas de renda analisadas em que o indicador subiu.
O indicador vinha em trajetória de alta desde dezembro do ano passado, quando estava em 80,9%. A sequência de aumentos levou o endividamento ao pico de 82,2% em abril e maio.
A expectativa da CNC é que o endividamento das famílias termine o ano relativamente estável, em torno de 81,5%.
Gráfico mostra evolução do endividamento das familias brasileiras
g1
Qual a diferença entre endividamento e inadimplência?
Endividamento: Ter dívidas não significa necessariamente estar com problemas financeiros. O indicador mede a parcela de famílias que possuem algum compromisso financeiro a vencer, como cartão de crédito, financiamento, empréstimo pessoal, cheque especial ou carnê de loja. Uma pessoa que parcela uma compra no cartão ou paga um financiamento em dia, por exemplo, entra na estatística de endividamento.
Endividamento das famílias cai pela 1ª vez no ano; inadimplência recua entre os mais pobres e sobe na maior renda
