O candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) disse, nesta quinta-feira (8), que o Bolsa Família tem de ser a primeira coisa que um governo faz pelas pessoas e não a última.
Em sua fala, ocorrida após a formalização do apoio do Podemos à sua candidatura neste segundo turno, ele disse que quem vai decidir o tamanho do mandato do presidente, caso não haja mais reeleição, é o Congresso. Ele deixou em aberto se esse mandato seria de quatro ou cinco anos. Além disso, afirmou que parentes em primeiro grau também não poderiam disputar o cargo após ele, como seu pai Jair Bolsonaro (PL).
“Muito mais do que um compromisso, eu assinei a PEC, eu sou autor da PEC, e eu vou usar o capital político que um presidente recém-eleito tem também, para conseguir aprovar isso no Congresso, para que sirva para mim já, para mim já, no meu mandato. E aí se vai ser quatro, cinco anos. Se vai valer para governador, prefeito, é o processo legislativo vai dizer”, afirmou.
Ele não explicou também se essa mudança valeria para outros cargos executivos pelo País como prefeitos e governadores. Voltou a criticar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), entretanto, dizendo que este gastou R$ 350 bilhões para se reeleger e, por isso, essa possibilidade tem que acabar.
O candidato também repetiu que não disputa poder e, por isso, não se preocupa com a reeleição, e que o mandato maior pode ser discutido.
