Os smartphones Fold e Flip são cada vez mais comuns, atraindo consumidores interessados em telas secundárias para notificações e espaço extra para multitarefa. E para quem busca um celular dobrável, o mercado ganhou um aguardado integrante.
Estamos falando do iPhone Duo, o primeiro dispositivo com tela dobrável da Apple, marcando uma das maiores transformações na linha. Ele chega para rivalizar com as linhas Galaxy Z Fold e Galaxy Z Flip da Samsung, Pixel Fold do Google e Mix Fold da Xiaomi, entre outras.
Mesmo com tantas opções disponíveis, muitas pessoas não sabem como os displays flexíveis funcionam na prática. Uma das maiores dúvidas é sobre a tecnologia para evitar a quebra do painel diante de tantos movimentos de abrir e fechar.
Como funciona uma tela de celular dobrável?
Enquanto as telas dos celulares convencionais usam vidro rígido e painéis LCD retroiluminados, os modelos com tela flexível trazem uma estrutura diferente para permitir a dobra sem danos. Ela é composta por finas camadas de materiais orgânicos intercaladas entre dois condutores.
O segredo está na tela OLED flexível usada nos dobráveis da Samsung, Motorola, Xiaomi, Oppo, Honor, Apple e demais fabricantes. Nesse painel, os pixels geram sua própria luz, dispensando outros componentes, o que o torna mais fino e flexível.
Além da tela que se dobra sem rachar, eles dependem de uma dobradiça que resista a anos de movimentos repetidos, sobre a qual falaremos adiante.
