O ministro Alexandre de Moraes reuniu-se na terça-feira com o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, para discutir a historieta de que haveria interferência americana em favor de Flávio Bolsonaro na eleição brasileira.
É o que noticiou a jornalista Roseann Kennedy. Ela publicou que ambos chegaram à conclusão de que a lorota não teria respaldo do TSE, da PGR e de observadores internacionais da OEA, e, assim, o melhor a fazer era arquivar a investigação anunciada por Andrei Rodrigues no dia da votação do primeiro turno (anúncio por si só espantoso pelo timing).
Na quarta-feira, diligentemente, o diretor-geral da PF arquivou a tal investigação. A patranha durou três dias. Nada como o resultado das urnas para desinfectar o ambiente de tentações autoritárias, em especial quando se respira o ar de impeachment de ministros do Supremo.
