O próximo presidente do Brasil encontrará uma situação fiscal mais frágil, marcada por dívida pública superior a 82% do PIB, custos elevados de financiamento e forte rigidez dos gastos, segundo relatório da Moody's Ratings. A agência afirma que mais de 90% dos gastos orçamentários são obrigatórios e avalia que a definição de uma trajetória para estabilizar a dívida será o principal desafio para o perfil de crédito soberano do país.
Dívida alta, juros elevados e orçamento rígido: o desafio econômico do próximo presidente
