A derrota no primeiro turno da eleição presidencial fez com que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e sua campanha repensassem as estratégias para o segundo turno em busca de reverter o resultado e conquistar o quarto mandato. Umas das propostas tem sido a aposta nas redes sociais, um recurso que não foi prioridade no primeito turno.
Segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), no primeiro turno, Lula gastou apenas R$ 2.690.000,00 em impulsionamento das redes sociais, enquanto seu adversário, o candidato Flávio Bolsonaro (PL), investiu R$ 9 milhões. Em 2022, somando o investimento do primeiro e do segundo turno, a campanha de Lula gastou R$ 25.189.936,88 em impulsionamento nas redes sociais.
Enquanto as redes sociais ficaram em segundo plano na campanha, o investimento no analógico esteve presente. Na soma dos gastos com publicidade por adesivos e materiais impressos, o Partido dos Trabalhadores (PT) gastou R$ 6.911.031, 00, enquanto Flávio direcionou menos da metade desta quantia, apenas 3.200.760,00.
Até o dia 07 de outubro, os gastos gerais da campanha de Lula eram contabilizados em R$ 65.643.682,77.
Gastos de Lula no 1º turno
Dados do TSE mostram que os gastos de Lula com as redes sociais aparecem na sexta posição entre os maiores custos da campanha.
