Produtores do oeste da Bahia estão enfrentando sérios desafios devido à seca e à falta de energia elétrica, o que compromete a irrigação e a produção agrícola na região. O fenômeno El Niño, classificado como muito forte, intensifica a irregularidade das chuvas, acendendo um alerta para os agricultores que dependem da irrigação para garantir a produtividade.
Desafios climáticos e energéticos
A região, uma das principais fronteiras agrícolas do Brasil, convive com longos períodos de estiagem e altas temperaturas. A previsão é de que as chuvas comecem a chegar no final de outubro, mas com volumes abaixo da média, o que não configura uma grande seca, mas sim uma condição de estiagem que deve persistir até dezembro.
Impacto na produção
A irrigação tem se tornado essencial para garantir a produtividade e a segurança dos produtores.
A área irrigada no oeste baiano mais que dobrou nos últimos anos.
Estudos indicam que a região tem potencial para crescer ainda mais, mas enfrenta a falta de energia elétrica como principal obstáculo.
Busca por soluções
Os agricultores estão buscando fontes alternativas de energia, mas essas opções são significativamente mais caras, encarecendo a operação. Um estudo da IBA aponta que será necessária uma expansão expressiva da infraestrutura elétrica nos próximos anos para atender ao potencial de crescimento da irrigação na região.
