Os policiais civis Alan Fernandes Dias e Murilo Muniz foram presos preventivamente nesta quarta-feira (7/10) em São Paulosob acusações de terem feito um acordo no valor de R$ 1 milhão com um membro do Primeiro Comando da Capital (PCC).
Segundo documentos obtidos pelo Metrópoles, o Ministério Público de São Paulo (MPSP) acusa os policiais dos crimes de corrupção ativa e passiva, afirmando que as autoridades aceitaram um acordo com o PCC, no qual ambos concordaram em interromper um inquérito que buscava a identificação de outros integrantes do grupo criminoso.
O Metrópoles entrou em contato com a defesa dos dois policiais, mas não obteve retorno até o momento de publicação dessa nota. O espaço segue aberto para manifestações.
Advogado também foi preso
Ademilson Alves de Brito, advogado que teria intermediado o acordo entre o membro do PCC e os policiais, também foi preso nesta quarta-feira (7/10) na região metropolitana de São Paulo.
Segundo apuração do Metrópoles, Ademilson se entregou à delegacia de polícia de Arujá, município da Grande São Paulo, acompanhado de seu advogado após tomar conhecimento de que havia um mandado de prisão expedido contra ele, confirmado pelas autoridades do local, que realizaram a prisão.
