Dragon’s Dogma 2: Dark Arisen vale a pena para quem gosta de RPG de mundo aberto com sistemas profundos, peões com personalidade própria e horas e mais horas de exploração, e o preço compensa pela quantidade de conteúdo. Mas se você espera gráficos ultrarrealistas, uma história cheia de reviravoltas ou um jogo que explica tudo de mão beijada, prepare-se: aqui o tempo (o seu e o do jogo) é parte da experiência.
Prós:
Mundo aberto vivo, em que a passagem do tempo muda pessoas, monstros e até itens
Sistema de peões com classes, personalidades e comandos de comportamento
Muita liberdade para montar classe, equipamento e estilo de jogo
Cutscenes bem produzidas, mesmo no modo portátil do Switch 2
Conteúdo extenso, que justifica o investimento
Contras:
Sistema de combinação de itens mal explicado, na base da tentativa e erro
Sem áudio em português (só legendas), o que dificulta o acesso do público
Atalhos pouco práticos para itens no esquema padrão de controle
Excesso de opções e configurações pode deixar o começo confuso
Algumas cutscenes demoram a carregar no Switch 2
Dragon’s Dogma 2: Dark Arisen é a versão completa do RPG de ação da Capcom lançado em 2024, agora acompanhado de uma expansão inédita ambientada na região de Norgan. O pacote chega em 9 de outubro de 2026 para PlayStation 5, Xbox Series X|S, PC (Steam) e, pela primeira vez, Nintendo Switch 2, plataforma em que testei o jogo.
