Guilherme Boulos (Psol-SP) afirmou em post no Facebook, na 3ª feira (6.out.2026), que o tio, Carlos Boulos, morto depois de um atropelamento, foi vítima de “uma violência humanamente inexplicável“.
O dentista, de 80 anos, morreu na madrugada de 3ª feira (6.out) no Hospital das Clínicas, em São Paulo. Ele estava internado desde sábado (3.out.2026), quando foi atropelado na avenida 23 de Maio, região central da capital paulista.
“Meu tio Carlos era uma das pessoas mais generosas com quem convivi. Uma alma única. É desolador o que ocorreu. Partiu vítima de uma violência humanamente inexplicável. Vá em paz, meu velho! Te amamos muito!“, disse Boulos.
Boulos se licenciou da Secretaria Geral da Presidência, no final de setembro, para participar da campanha eleitoral do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
O CASO
Carlos desembarcou de seu veículo, uma Hilux preta, depois de uma discussão no trânsito na avenida 23 de Maio. O homem no Palio atrás, o técnico em eletrônica Amilton Jusselino Rodrigues, de 61 anos, avançou e atropelou Carlos, que caiu, bateu a cabeça e sofreu ferimentos graves.
A Polícia rastreou a placa do carro de Amilton depois de assistir a vídeos feitos por testemunhas. A SSP (Secretaria da Segurança Pública) informou que o motorista havia fugido do local e estava sendo procurado. Posteriormente, ele se apresentou e prestou depoimento à Polícia Civil.
